ABQ - Associação Brasileira de Química

CONTEUDO COPIADO PARA FINS DE CONHECIMENTO E DE EXPANÇÃO DO TRABALHO DESENVOLVIDO NO MEIO CIENTIFICO ACADEMICO.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

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EU AMO QUIMICA:

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

LIGAÇÕES IÔNICAS


LIGAÇÕES IÔNICAS 

GASES NOBRES
Os gases nobres são muito pouco reativos, portanto se encontram naturalmente estáveis. Esta propriedade é atribuída a distribuição eletrônica desses átomos.

2He -1s2
10Ne -1s2 2s2 2p6
18Ar - 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6
36Kr - 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6
54Xe - 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6  5s2 4d10 5p6 
86Rn - 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2 4d10 5p6s2 4f14 5d10  6p6

Observe que exceção do Hélio que apresenta distribuição 1s2, os demais apresentam 8 elétrons na camada de valência Daí surgiu a Teoria do octeto  proposta por Willian Kossel e Gilbert Newton Lewis - por volta de 1920.

Um átomo adquire  a estabilidade quando possui 8 elétrons na camada eletrônica mais externa, ou 2 elétrons quando possui apenas a camada K.

Portanto um átomo para ficar estável tem que ganha , perder ou compartilhar elétrons para alcançar a estabilidade. Daí surge às ligações químicas. Na prática, quando dois átomos vão se unir, eles “trocam elétrons entre si “ ou usam elétrons em parceria ,procurando atingir a  configuração de um gás nobre. Daí temos os três tipos de ligações química comuns iônica, covalente e metálica.

Valência - é o número de ligações feitas para alcançar a estabilidade.

LIGAÇÃO IÔNICA  
Este tipo de ligação ocorre entre átomos que apresentam grande tendência em perder elétrons (metais) e átomos que apresentam grande tendência receber elétrons (não metais e hidrogênio).
Resumindo
LIGAÇÃO IÔNICA
METAL + AMETAL
METAL + HIDROGÊNIO

Metais  4 elétrons (geralmente 1, 2 ou 3 elétrons) na camada valência. Para alcançar a estabilidade perdem todos os elétrons da camada de valência, ou seja, formam cátions.
Ametais  4 elétrons (geralmente 5, 6 ou 7 elétrons) na camada de valência. Para alcançar a estabilidade recebem o tanto de elétrons necessários para ficar com 8 elétrons na camada de valência, ou seja, formam ânions.
Hidrogênio (1H) 1s1 , para alcançar a estabilidade precisa de um elétron e fica com a distribuição semelhante ao Hélio (1s2).

Os átomos que apresentam 4 elétrons na camada de valência da família 4A(14) da tabela periódica, são:
-Carbono, Silício e Germânio não-metais, apresentam a tendência de "receber" quatro elétrons.
-Estanho e Chumbo Metais, apresenta tendência de perder quatro elétrons para alcançar a estabilidade.

11Na 1s2 2s2 2p6 (3s1 ) 1 elétron na camada de valência → metal → Perde 1 elétron forma cátion monovalente Na + → 1s2 2s2 2p6

17Cl 1s2 2s2 2p6 (3s2 3p5 ) 7 elétrons na camada de valência →Ametal → Ganha 1 Elétron →Forma ânion monovalente Cl- →1s2 2s2 2p6 3s2 3p6

Regra prática para determinação da fórmula dos compostos iônicos.

PROPRIEDADES DOS COMPOSTOS IÔNICOS

-São sólidos nas condições ambientes (T = 25 ºC, P = 1atm) devido a força de atração eletrostática entre cátions e ânions ser muito intensa.
-São sólidos duros e quebradiços.
-Apresentam altos pontos de fusão, devido também as forças de atração que são intensas.
Exemplos:
NaCl → ponto de fusão = 800 ºC
CaF2 → ponto de fusão = 1600 ºC
-Quando em solução aquosa (dissolvidos em água) ou fundidos (líquidos), conduzem a corrente elétrica.


EXERCÍCIOS 

QUESTÃO 01
Da combinação química entre átomos de magnésio e nitrogênio pode resultar a substância de fórmula
Números atômicos: Mg (Z = 12); N (Z = 7).
a) Mg3N2
b) Mg2N3
c) MgN3
d) MgN2
e) MgN
QUESTÃO 02
Têm-se dois elementos químicos A e B, com números atômicos iguais a 20 e 35, respectivamente.
a) Escrever as configurações eletrônicas dos dois elementos. Com base nas configurações, dizer a que grupo de tabela periódica pertence cada um dos elementos em questão.



b) Qual será a fórmula do composto formado entre os elementos A e B? Que tipo de ligação existirá entre A e B no composto formado? Justificar.



QUESTÃO 03
O correto uso da tabela periódica permite determinar os elementos químicos a partir de algumas de suas características.
Recorra à tabela periódica e determine:
a) o elemento que tem distribuição eletrônica s2p4 no nível mais energético, é o mais eletronegativo de seu grupo e forma, com os metais alcalinos terrosos, composto do tipo XY.



b) o número atômico do elemento que perde dois elétrons ao formar ligação iônica e está localizado no 30 período da tabela periódica.



QUESTÃO 04
Quando o elemento X (Z =19) se combina com o elemento Y (Z =17), obtém-se um composto, cuja fórmula molecular e cujo tipo de ligação são, respectivamente:
a) XY e ligação covalente apolar.
b) X2Y e ligação covalente fortemente polar.
c) XY e ligação covalente coordenada.
d) XY2 e ligação iônica.
e) XY e ligação iônica.
QUESTÃO 05
Se o caráter iônico da ligação entre dois ou mais átomos de elementos químicos diferentes é tanto maior quanto maior for a diferença de eletronegatividade entre eles, a alternativa que apresenta a substância que possui caráter iônico mais acentuado é:
(Números Atômicos:H = 1;  F= 9; Na = 11; K = 19 e I = 53)
a) Nal               b) F2                                 c) HI
d) KI                 e) KF


QUESTÃO 06
Podem ser citadas como propriedades características de substâncias iônicas:
a) baixa temperatura de ebulição e boa condutividade elétrica no estado sólido.
b) baixa temperatura de fusão e boa condutividade elétrica no estado sólido.
c) estrutura cristalina e pequena solubilidade em água.
d) formação de soluções aquosas não condutoras da corrente elétrica e pequena solubilidade em água.
e) elevada temperatura de fusão e boa condutividade elétrica quando em fusão.
QUESTÃO 07
Consulte a Tabela Periódica e assinale a alternativa CORRETA sobre os elementos Lítio, Cálcio e Cloro:
a) Os três elementos possuem as mesmas propriedades químicas.
b) O Lítio possui elétrons nas camadas K, L e M.
c) O átomo de Cloro, ao doar um elétron, se transforma em um ânion.
d) O Lítio e o Cálcio se ligam com o Cloro formando LiCl e CaCl2.
e) O Lítio e o Cálcio são chamados de metais alcalino-terrosos.
QUESTÃO 08
Os átomos de certo elemento metálico possuem, cada um, 3 prótons, 4 nêutrons e 3 elétrons. A energia de ionização desse elemento está entre as mais baixas dos elementos da tabela periódica. Ao interagir com halogênio, esses átomos têm alterado o seu número de:
a) prótons, transformando-se em cátions.
b) elétrons, transformando-se em ânions.
c) nêutrons, mantendo-se eletricamente neutros.
d) prótons, transformando-se em ânions.
e) elétrons, transformando-se em cátions.
QUESTÃO 09
Átomos de número atômico 3 e número de massa 7 ao reagirem com átomos de número atômico 8 e número de massa 16 o fazem na proporção, em átomos, respectivamente, de:
a) 1:1, formando composto iônico.
b) 1:1, formando composto molecular.
c) 1:2, formando composto molecular.
d) 2:1, formando composto iônico.
e) 3:1, formando composto iônico.
QUESTÃO 10
Um elemento metálico X reage com enxofre, originando um composto de fórmula XS. Um outro elemento Y, também metálico, ao reagir com enxofre, origina um composto de fórmula Y2 S.
Responda:
a) Em que grupo da Tabela Periódica estariam os elementos X e Y.
b) Qual o símbolo de dois elementos que poderiam corresponder a X e Y.

 ASSISTA O VIDEO SOBRE LIGAÇÕES IONICAS !!

BIBLIOGRAFIA  CONSULTADA
FELTRE, Ricardo- Química  V. 1. Química Geral - 2004
https://www.youtube.com/watch?v=dnWxabCAGdo

quinta-feira, 23 de junho de 2016

PLANO DE AULA FUNÇÕES ORGÂNICA REVISÃO COM SOFTWARE

I.                   Identificação:
Instituto federal de educação, ciência e tecnologia do Amapá
Disciplina:  Química.
Professor: Lineia Silva .
Carga Horária: 1 h/aula (40-50 min).                              
Data: 22/06/2015.                            Turno: tarde .                                          

II.                Conteúdo
  •        Revisão das Funções Oxigenadas.


III.              Objetivos específicos:
  •          Identificar e definir a função orgânica de um composto  orgânicos oxigenados;
  • Nomear e formular os compostos orgânicos    oxigenados;
  •     Conhecer as aplicações e algumas obtenções de alcoóis, fenóis, ésteres, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos e seus derivados mais presentes na vida diária.  



IV.             Procedimento de Ensino:
  •       Aplicação de um questionário pré-diagnostico de funções orgânicas
  •          Com uso do software Chemsketch a visualização das moléculas das funções oxigenadas e suas principais características moleculares;
  • Realização de desenhos moleculares, nomenclatura  utilizando o software  Chemsketch;


V.                Recursos de Ensino:

*      Quadro, pincel, apagador, Data show, software Chemsketch,computador, Pendrive  e extensão.
VI.             Avaliação:

*      Os alunos serão avaliados pela frequência e participação nas atividades previstas para o desenvolvimento do conteúdo, aplicação de questionário antes e depois da atividade.
VII.          Bibliografia:

1. FELTRE,Ricardo,Química Orgânica V.3 pag.: 69 -6ª Ed.São Paulo: editora Moderna, 2004      



domingo, 19 de junho de 2016

I semana do Químico-Macapá/AP uma jornada ao conhecimento. 


entramos em uma jornada de dois meses desde que começamos o planejamento deste evento. tivemos a oportunidade de conhecer pessoas e fazer amizades que devem ficar por toda a nossa vida. vivenciamos momentos que serão contados as gerações que virão. Todos os contra tempos encontrados não superam a grandeza do evento. A possibilidade de construção de conhecimento superou as expectativas. tivemos oportunidades quem sabe únicas de conhecimento. algumas vezes me pareceu a meio utópico certos temas, mas que não tem utopia não tem vida. Lembro do primeiro encontro alguns rostos desconhecidos outros bem familiares, uns até queridos.Nossa jornada pendurou ate o dia 18/06/2016 DIA DO QUÍMICO semana recheada de muitos debates e conhecimento. esta superou as minhas expectativas de evento, apesar de sentir falta de alguns por motivo de termos que nos dividir entre as três instituições de ensino UEPA (Universidade Estadual do Amapá), IFAP (instituto Federal do Amapá) e por fim UNIFAP (universidade federal do Amapá),assim  não tivemos muito contato com  alguns colegas, esse fato foi a unica ressalva que eu tenho a fazer. A escolha de uma instituição apenas para que todos interajam no evento.Todos os palestrante estão de parabéns e esperamos que tenham se sentido acolhido por esse povo lindo do Amapá.E não poderíamos ter fechado o ciclo de palestra de uma maneira mas linda do que com o mestre Chassot ministrando uma palestra belíssima  o que ciência afinal ?? ". finalizamos o evento com uma confraternização com direito a bolo e tudo mais. essa semana deixará muita saudades. Eu particularmente em estado de êxtase. Que venham as próximas SEMANA DO QUÍMICO NO AMAPÁ. 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

 PROFESSORES DE QUIMICA FAÇA A DIFERENÇA NA SUA SALA DE AULA



TÍTULO: Educação Inclusiva e o Ensino de Química na Escola Estadual Professor Camilo Dias, Boa Vista, Roraima

AUTORES: Anastácio, G. (UERR) ; Rizzatti, I. (UERR)

RESUMO: A educação inclusiva e/ou especial é atualmente o maior desafio do sistema educacional. Este trabalho teve como objetivo identificar os problemas enfrentados pelo professor de química e pelo aluno com deficiência auditiva durante as aulas de química na Escola Estadual Camilo Dias, em Boa Vista. O levantamento dos dados foi feito através de observações, questionário e entrevista. A análise destes dados, realizada de forma reflexiva, mostrou que apesar do professor ter um curso básico de libras, isto não é suficiente para ministrar uma boa aula e contribuir para o processo de ensino-aprendizagem. Além disso, os cursos de Licenciatura em Química ofertados em Roraima não ofertam disciplinas que preparam o professor para enfrentar esta realidade nas salas de aula.

PALAVRAS CHAVES: Educação Inclusiva; Ensino de Química; Deficiência Auditiva

INTRODUÇÃO: Uma das grandes dificuldades enfrentada por muitos professores de diversas áreas do conhecimento, em especial, os professores de Química, é ministrar aula para alunos portadores de necessidades educativas especiais (NEE), tendo em vista que não foram preparados durante a sua formação inicial para esta realidade. A grande maioria dos cursos de licenciatura em química não ofertam em sua grade curricular disciplinas para capacitação ou preparação dos futuros professores para esta realidade cada vez mais presente no ambiente escolar. Este trabalho teve como objetivo apontar as principais dificuldades encontradas no ensino de Química pelo aluno e professor licenciado em química da Escola Estadual Professor Camilo Dias, localizada em Boa Vista, capital do estado de Roraima. Esta pesquisa procurou identificar e refletir sobre os problemas, com o intuito de propor o desenvolvimento esquemático de ações para superar essas dificuldades e, posteriormente, a discussão sobre políticas públicas e legislação que rezam a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais em salas de aula regular, destacando, também, a importância da inclusão de disciplina de Educação Especial Inclusiva para os cursos de licenciatura ofertados no Estado de Roraima. Além disso, nesse contexto surgem vários questionamentos: Quais as dificuldades dos alunos com NEE na aprendizagem de Química? Como a educação química pode contribuir para a inclusão escolar desses alunos?

MATERIAL E MÉTODOS: Em Boa Vista, Roraima, as escolas estaduais não possuem salas de recursos específicas para o atendimento de alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE). Desta forma, cada escola estadual é responsável pelo atendimento destes alunos. Após, levantamento junto a algumas escolas da capital Boa Vista para identificar quais tinham em suas turmas de Ensino Médio Regular alunos com NEE, foi escolhida a Escola Estadual Professor Camilo Dias, que tem uma aluna regularmente matriculada e apresenta Deficiência Auditiva DA). A avaliação do trabalho teve como base o registro de observações, aplicação de questionários e entrevista com o professor de química do Ensino Médio e com aluna com DA, com o objetivo de perceber como acontece a inclusão escolar desta aluna e quais as principais dificuldades do professor e aluno durante essas aulas. O questionário para o professor continha 39 questões, sendo 18 fechadas e 21 abertas. E a entrevista com a aluna, feita com o auxílio de um intérprete, questionou quais as dificuldades encontradas pela aluna com a disciplina de química, além disso, foi realizada visita aos pais para conhecer o cotidiano desta aluna. Foram entrevistados ainda coordenador pedagógico, diretor e alguns colegas de turma da aluna.

RESULTADOS E DISCUSSÃO: A professora de química entrevistada trabalha apenas nesta escola, lecionando as disciplinas de química, matemática e iniciação científica, e há mais de 11 anos atua como professora. Com relação às dificuldades apontadas por ela no ensino de química para alunos com DA, destacou que possui curso básico de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), contudo este não é suficiente para repassar os conteúdos de química, e comentou que sua formação inicial de graduação não contribuiu e nem a preparou para ministrar aulas para esses alunos. A professora falou que realiza atendimento diferenciado e conta com o auxílio de um professor intérprete de libras e destacou que, “a inclusão é de grande importância para a vida desses alunos, mas existem grande dificuldade e disponibilidade de profissionais capacitados na área para acompanhá-los em sala de aula, pois sem a presença destes profissionais qualificados é impossível realizar um ensino de qualidade”. A aluna também foi entrevistada e ao responder as perguntas com o auxílio de um intérprete falou que tinha dificuldade em entender alguns assuntos e ficava sempre perguntando a professora quando não entendia, mas às vezes, não perguntava mesmo quando tem dúvidas. Comentou que seus colegas a ajudam, mas em casa não conta com auxílio para estudar química ou outra disciplina. Os colegas da aluna falaram que no início foi difícil conversar com ela, mas agora conseguem entender e até tentam ajudá-la quando tem alguma dificuldade, mas nem sempre conseguem explicar alguns assuntos. Ao analisar as respostas dos demais envolvidos na pesquisa, percebeu-se que a escola não está preparada para uma educação inclusiva especial, necessitando de pessoal qualificado e material pedagógico especial para atender estes alunos.

CONCLUSÕES: A partir da análise dos dados, acompanhamento da aluna com DA e do professor foi possível refletir sobre à educação inclusiva e o ensino de química, principalmente, sobre os conteúdos e estratégias didáticas que dificultam o aprendizado de Química. Entre as maiores dificuldades estão à explicação de conteúdos sem relação com a dia-a-dia, interpretação e utilização de equações químicas. Desta maneira, os recursos didático-pedagógicos poderiam ser utilizados e/ou desenvolvidos, e a proposição de estratégias diferenciadas para o professor, na tentativa de auxiliar a compreensão destes conteúdos.

AGRADECIMENTOS: Escola Estadual Camilo Dias e Universidade Estadual de Roraima.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA: BERNADELLI, M. S. Encantar para ensinar Um procedimento alternativo para o ensino de Química. In: Convenção Brasil Latino América, Congresso Brasileiro e Encontro Paranaense de Psicoterapias Corporais. Foz do Iguaçu. Anais Centro Reichiano, 2004. [ISBN -85-87691-12-0]. BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Direito à educação - necessidades educacionais especiais: subsídios para atuação do Ministério Público Brasileiro. Brasília: MEC, SEESP, 2001, p. 14. MARQUES, R. R. Educação de Jovens e Adultos: Um diálogo sobre a educação e aluno surdo. In : QUADROS, Ronice M.; PERLIN, Gladis, (Orgs). Estudos Surdos II. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2007. Notícias de Gestão - Pesquisa aponta Indicadores da Qualidade na Educação. Conselho Nacional de Secretários de Educação. Revista Gestão em Rede, no 54, junho, 2004. 14-18. SILVA, A. F.; BRANCO, C.; MELLO, M. C. A inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais – Deficiência Física. Imprensa: Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2006, p. 07; 23; 48; 49.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

educação inclusiva quimica

Resumo:
O direito da criança e do adolescente é garantido desde a Declaração Universal dos Direitos Humanos, independente das condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais ou linguísticas que possua. Esse é o princípio básico da educação inclusiva: as diferentes necessidades de aprendizagem dos sujeitos. E, sob a ótica da educação inclusiva, nos deparamos com o ensino de ciências, que defendemos para todos. Acreditamos que o lugar ideal de preparação do professor para a educação, inclusiva ou não, é a graduação. Por essa razão, foram investigadas as percepções sobre educação inclusiva de todos os professores formadores de um curso de licenciatura em Química de uma Instituição de Ensino Superior (IES) pública de Goiás, já que são esses que preparam os futuros professores e suas opiniões têm influência no currículo do curso. Constatou-se que os professores não se sentem, ainda, preparados para a inclusão, e que precisam adequar sua visão sobre educação inclusiva. Palavras-chave: Formação de professores. Inclusão. Concepções.

 Abstract: The right of children and adolescents to education is guaranteed since the Universal Declaration of Human Rights, independent of the physical, intellectual, social, emotional or language they posses. This is the basic principle of inclusive education, the different needs for learning. And from the perspective of inclusive education, we face the same for science education. We believe that the ideal place to prepare for the teacher education, inclusive or not, is the graduate. Therefore, we investigated the perception of inclusive education for all teacher trainers in a Chemistry course in a Public University in Goiás, as are these are the future teachers and their view has an influence on the curriculum of the course. It was found that teachers do not feel ready for inclusion and they need to adjust their views of inclusive education. Keywords: Teachers’ education. Inclusion. Conceptions

1 Licenciada em Química, mestranda em Educação em Ciências e Matemática. Docente, Universidade Federal de Goiás (UFG), Campus Jataí. Goiânia, GO, Brasil. 2 Licenciada e Bacharel em Química, doutora em Ciências. Coordenadora, Laboratório de Pesquisas em Educação Química e Inclusão (LPEQI), Instituto de Química, UFG. Goiânia, GO, Brasil. 
MUITO IMPORTANTE SABER MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO E ESSE ARTIGO É OTIMO !!